• 5419 metros
  • 57 voltas = 308,883 km
  • ondulado
  • médio
  • médio
  • Lewis Hamilton, com 1m39s498
  • Timo Glock, com 1m38s686
  • Rubens Barrichello, em 1h35m51s289
  • tempo seco e muito calor durante toda a prova

A curva fechada, para a direita, no fim da grande reta. A frenagem deve ser calculada levando em conta a sujeira acumulada no decorrer da prova, para o carro não mudar repentinamente de direção.

Ao contrário de Mônaco, o traçado urbano de Valência possui algumas áreas de escape nas curvas mais difíceis. Isso dá mais tranqüilidade aos pilotos na hora de levar o carro ao limite, mas pode ser uma faca de dois gumes.

A entrada de um novo circuito urbano no calendário, em 2008, animou muita gente. A começar pelo manda-chuva da Fórmula 1™, Bernie Ecclestone, que visitou as obras a poucas semanas da prova e disse que aquele não deveria se chamar GP da Europa, e sim “GP do Mundo”. De fato, o belo cenário da cidade de Valência, com sua exuberância tipicamente espanhola, contribui para um clima agradável dentre a arquitetura harmoniosa do local. Mas as duas corridas realizadas neste traçado cheio de curvas e cercado por muros não foram carregadas de emoção como se esperava. Apesar disso, esta é uma pista que requer cuidados. Basta uma leve mudança climática para alterar o comportamento dos carros, levar os pilotos ao erro ou provocar um número maior de quebras. Afinal, a sujeira que vem do mar contribui para que a aderência nunca seja satisfatória.