• 6299 metros
  • 49 voltas = 308,405 km
  • liso
  • alto
  • médio
  • Jarno Trulli, com 1m33s431
  • Jarno Trulli, com 1m34s556
  • Jenson Button, em 1h31m48s182
  • tempo seco e muito calor durante toda a prova

A sequência de três curvas após a reta principal, que sempre tem boas disputas. A primeira, perna, bem fechada, favorece quem sai dos pits. Já as outras duas, mais rápidas, favorecem quem traciona melhor.

Aqueles que sobrevivem aos infortúnios do deserto não podem comemorar como de costume. Nesta ilha do Golfo Pérsico, onde o islamismo proíbe bebidas alcoólicas, a festa do pódio é feita com um espumante local, à base de água de rosas e suco de romã.

Erguer um autódromo sobre um deserto, num país cujo território não é dos maiores, pode parecer uma maluquice. Mas quando o GP do Bahrein estreou no calendário, em 2004, a Fórmula 1™ entendeu que a entrada do Oriente Médio na categoria era mesmo uma questão de tempo. Os chamados petrodólares e a vontade de alguns xeiques apresentaram ao mundo a pista de Sakhir, uma ilha de asfalto em meio a um mundo de areia. Areia esta que invade a pista em diferentes intensidades, literalmente ao sabor do vento, dificultando a vida de pilotos e equipes. Afinal, a aderência fica prejudicada, o traçado ideal desaparece e o acerto dos carros vira uma loteria. Além disso, o fortíssimo calor da região é cruel com o equipamento, tornando os problemas elétricos, hidráulicos e de motor bastante frequentes. Apesar das diversas curvas fechadas, que desgastam os freios, a média de velocidade é relativamente alta, com dois terços da volta feitos em aceleração plena. Uma obra para a edição 2009 ampliou a extensão do circuito em mais de 800 metros, mas deixou a média de velocidade mais lenta.