• 5412 metros
  • 57 voltas = 308,238 km
  • liso
  • alto
  • médio
  • Robert Kubica, com 1m33s096
  • Heikki Kovalainen, com 1m33s193
  • Felipe Massa, em 1h31m06s970
  • tempo seco e calor durante toda a prova

A seqüência de três curvas após a reta principal, que sempre tem boas disputas. A primeira perna, bem fechada, favorece quem sai dos pits. Já as outras duas, mais rápidas, favorecem quem traciona melhor.

Aqueles que sobrevivem aos infortúnios do deserto não podem comemorar como de costume. Nesta ilha do Golfo Pérsico, onde o islamismo proíbe bebidas alcoólicas, a festa do pódio é feita com um espumante local, à base de água de rosas e suco de romã.

Erguer um autódromo sobre um deserto, num país cujo território não é dos maiores, pode parecer uma maluquice. Mas quando o GP do Bahrein estreou no calendário, em 2004, a Fórmula 1 entendeu que a entrada do Oriente Médio na categoria era mesmo uma questão de tempo. Os chamados petrodólares e a vontade de alguns xeiques apresentaram ao mundo a pista de Sakhir, uma ilha de asfalto em meio a um mundo de areia. Areia, esta, que invade a pista em diferentes intensidades, literalmente ao sabor do vento, dificultando a vida de pilotos e equipes. Afinal, a aderência fica prejudicada, o traçado ideal desaparece e o acerto dos carros vira uma loteria. Além disso, o fortíssimo calor da região é cruel com o equipamento, tornando os problemas elétricos, hidráulicos e de motor bastante freqüentes. Apesar das diversas curvas fechadas, que desgastam os freios, a média de velocidade é relativamente alta, com dois terços da volta feitos em aceleração plena.