• 5793 metros
  • 53 voltas = 306,720 km
  • liso
  • alto
  • médio
  • Lewis Hamilton, com 1m24s066
  • Adrian Sutil, com 1m24s739
  • Rubens Barrichello, em 1h16m21s706
  • tempo seco e calor durante toda a prova

A curva Parabólica, de raio longo, que fecha a volta antes da grande reta. Após uma freada forte, ela é percorrida quase em aceleração plena, com a velocidade sendo controlada nas mudanças de marcha.

O acerto dos carros é feito com pouquíssima asa, para que haja o menor arrasto aerodinâmico possível nos longos trechos em reta. Isso deixa os carros instáveis nas freadas, mas no fim das contas o sacrifício acaba compensando.

Um templo do esporte a motor, o autódromo de Monza foi inaugurado na década de 1920, sendo palco, desde então, de muitas corridas e histórias memoráveis. Nos anos cinquenta, a construção de um circuito oval complementar ao traçado de alta velocidade tornou a pista italiana ainda mais ameaçadora para os pilotos. Hoje este trecho está aposentado, mas o traçado cheio de retas longas e curvas de alta que recebe a Fórmula 1™ desde a primeira temporada ainda sobrevive. Com o tempo, ele foi ganhando algumas variantes para amenizar as médias de volta assustadoras atingidas nos anos setenta. Por ser também o palco onde a Ferrari corre em casa, Monza recebe a fanática torcida italiana – os chamados “tiffosi” – que colorem as arquibancadas e invadem a pista ao final de cada evento, seja qual for a categoria. O traçado não tem muito mistério, exigindo mesmo resistência e potência dos carros.