• 5067 metros
  • 61 voltas = 309,087 km
  • ondulado
  • médio
  • médio
  • Felipe Massa, com 1m44s801
  • Kimi Räikkönen, com 1m45s599
  • Fernando Alonso, em 1h57m16s304
  • tempo seco e calor durante a prova

A variante da curva 10, uma pequena série esquerda-direita-esquerda, na qual é importante não perder muita velocidade. Em 2008, as “tartarugas” usadas para delimitar o traçado danificaram bastante o assoalho dos carros.

Se chover, a dificuldade dos pilotos deve aumentar consideravelmente. O “spray” formado pelos carros combinado à luz dos holofotes tornaria a visibilidade precária e bastante confusa.

Cingapura entrou na Fórmula 1 pela porta da frente. De uma vez, foi sede da primeira corrida noturna da história da categoria e do GP de número 800. A estreia, na temporada 2008, ficou marcada pelo confuso pit stop da Ferrari, que liberou Felipe Massa do box quando a mangueira de combustível ainda estava presa ao carro do brasileiro. Mas a trapalhada italiana não tirou o brilho dos mais de 1500 holofotes distribuídos pela pista, que deixaram o circuito urbano de Marina Bay com jeitão futurista, cativando até os que eram contrários à ideia de uma prova realizada com iluminação artificial. A prova inaugural foi suficiente, também, para se chegar a uma conclusão: a falta de sol não representa o único desafio na corrida asiática. Com suas curvas travadas e asfalto ondulado, Cingapura tem uma pista repleta de segredos, que premia a paciência, a regularidade e uma boa estratégia. Fernando Alonso que o diga.