- 5554 metros
- 55 voltas = 305,470 km
- liso
- médio
- médio
- Lewis Hamilton, com 1m40s948
- Sebastian Vettel, com 1m40s279
- Sebastian Vettel, em 1h34m03s414
- tempo seco e calor durante toda a prova
A saída dos boxes passa por um túnel em curva, bastante estreito e sem visibilidade, bastando um esbarrão na parede para congestionar o local e comprometer o andamento da corrida.
Se a corrida estiver morna, fique de olho na paisagem, admirando a arquitetura futurista do local e o belo por do sol, que acontece durante a prova.
Assim como Monte Carlo e Valência, Abu Dhabi é uma pista de rua situada à beira do mar, porém com uma diferença fundamental: ela pode ser traduzida como mais um grande negócio dos Emirados Árabes Unidos. O GP que encerra a temporada desde 2009 é parte de um extenso programa de desenvolvimento da região, composto por diversos eventos e construções de alto nível. Com tantos petrodólares jorrando, o luxo e a tecnologia são os ingredientes principais desta receita. A ilha de Yas, onde o circuito está situado, também recebeu outras obras, incluindo a de um museu da Ferrari e um parque temático. Há até um hotel cinco estrelas no meio da pista, em que a fachada muda de cor e os hóspedes têm visão privilegiada da prova, que acontece ao entardecer. No entanto, esperava-se mais do traçado, classificado pelos pilotos como previsível e sem graça. A empresa responsável pelo evento é a mesma que comanda alguns times de futebol, como o Manchester City e o Al-Jazira.












