A Fórmula Indy chega neste fim de semana a Kentucky com o campeonato totalmente em aberto. Na prova realizada no último fim de semana no oval de Chicago, Dario Franchitti conseguiu descontar boa parte da diferença que Will Power havia construído na série de circuitos mistos, e agora tem boas chances de encostar de vez no australiano. Neste sábado, a categoria tem mais um desafio, desta vez na pista de Kentucky, também nos Estados Unidos.
Construído no fim da década de noventa, o oval de uma milha e meia de extensão já recebeu dez provas da Indy. Uma história suficiente para deixar sua marca nas estatísticas da categoria. Afinal, foi nesta pista, em 2002, que uma mulher largou pela primeira vez na categoria. A honra coube a Sarah Fischer, que veria Danica Patrick igualar o feito três anos depois.
Por coincidência, a Indy vive um momento em que as mulheres estão em grande presença no grid. Além de Sarah e Danica, a corrida do último fim de semana, em Chicago, teve também a participação de Milka Duno, Simona de Silvestro e Bia Figueiredo. A brasileira ainda negocia sua volta, possivelmente em Miami, no encerramento da temporada.
Para os brasileiros, Kenyucky também traz boas lembranças. Foi nesta pista que Felipe Giaffone, atualmente bicampeão da Fórmula Truck, conseguiu sua primeira vitória na Indy, em 2002. Já em 2007, foi a vez de Tony Kanaan triunfar no oval que tem curvas com até 14 graus de inclinação. Quem sabe, em 2010, não seja de novo a hora de pintar a Indy de verde e amarelo.
Mulheres, brasileiros e emoção na Fórmula Indy
Sexta-Feira, 03/09/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy), Mulher ao Volante
Eletricidade no ar
Segunda-Feira, 30/08/2010 por Alexander Grünwald | Foto: IRL | categoria Made in USA (Indy), Mulher ao Volante

Foi uma daquelas corridas típicas da Indy nos ovais norte-americanos: muitos carros juntos, ultrapassagens às dúzias, diversas trocas de líderes e suspense até a bandeirada. A prova de Chicago, que abriu a série final da temporada 2010 (composta por quatro pistas deste tipo), deixou completamente aberto um campeonato que já se desenhava nas mãos de Will Power. Com uma estratégia certeira, a equipe Ganassi conseguiu vencer a corrida e fazer Dario Franchitti descontar grande parte da vantagem do piloto da Penske, que precisou reabastecer a cinco voltas do fim e saiu da briga pela vitória.
Power, que foi a força dominante nos circuitos mistos, chegou a Chigaco com grande margem na tabela e disposto a manter o adversário sob controle, já que Franchitti e a Ganassi sempre andam bem em ovais. O intuito era evitar que o escocês descontasse muitos pontos, mesmo que o piloto da Penske não fosse ao pódio. Mas o que se viu foi o tiro sair pela culatra: o australiano sofreu com a falta de combustível no fim e terminou em 16º lugar, a uma volta do vencedor.
Para se ter uma ideia de como a corrida foi disputada no Chicagoland Speedway, basta ver que os 14 primeiros receberam a bandeirada separados por apenas um segundo e meio. Quatro brasileiros marcaram presença no top 10, com Tony Kanaan em 5º, Helio Castrroneves em 6º e Vitor Meira em 9º. Mario Moraes foi o 17º, enquanto Raphael Matos e Ana Beatriz Figueiredo não completaram a corrida.
Falando na Bia, esta foi uma prova histórica para a categoria. Nada menos que cinco mulheres alinharam em Chicago: Danica Patrick, Milka Duno, Simona de Silvestro, Sarah Fischer e a brasileira. Somente as duas primeiras chegaram ao fim, mas o importante é que este número, equivalente a 1/6 do grid, prova que elas chegaram para ficar. Se quiserem continuar dominando o pedaço, os marmanjos que se cuidem.
Andando em círculos, mas de olho na taça
Quinta-Feira, 26/08/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
De agora em diante, para que os pilotos mantenham seus carros no traçado correto, bastará que eles virem o volante para a esquerda. Afinal, a segunda fase dos circuitos mistos na temporada 2010 da Fórmula Indy chegou ao fim, selando a disputa direta entre Will Power, líder do campeonato, e Dario Franchitti pelo título deste ano. Que terá como palco nesta reta final quatro pistas ovais de diferentes características: Chicago, Kentucky, Motegi e Miami.
Apesar da grande vantagem obtida pelo australiano na tabela (59 pontos, mais que a pontuação de uma vitória), ainda é cedo para o Team Penske comemorar. Simplesmente porque o concorrente da Ganassi anda muito bem em pistas ovais e tem tudo para diminuir a diferença.
Neste domingo acontecerá o primeiro round desta batalha, no Chicagoland Speedway, e é bom ficar de olho nos companheiros de equipe dos concorrentes ao título. Scott Dixon, da Ganassi, e a dupla Ryan Briscoe e Helio Castroneves, da Penske, são nomes que podem surpreender. Nesta altura, a intenção dos times é colocar seus carros na frente para tentar, com uma dobradinha, tirar pontos preciosos dos adversários. Se vão conseguir, já é outra história.
Para voltar a vencer
Sexta-Feira, 20/08/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
Numa temporada em que apenas dois pilotos venceram mais de uma vez, os brasileiros que correm em times de ponta da Indy terão, neste fim de semana, mais uma chance de entrar neste seleto clube. Que, até o momento, só é composto por Dario Franchitti, que faturou a etapa anterior, e por Will Power, que lidera o campeonato.
A 13ª corrida desta temporada acontece na pequena Sonoma, nos Estados Unidos, e marca o fim da fase de circuitos mistos, na qual o australiano deu as cartas neste ano. A intenção do piloto da Penske é clara: garantir a maior pontuação possível para ampliar sua vantagem na tabela. Isso porque, nos ovais, o currículo mais vitorioso na história recente da categoria pertence à equipe Ganassi e ao escocês Franchitti, principais concorrentes na briga pelo título.
Mas os brasileiros, que já venceram duas vezes nesta pista, podem entrar como elementos surpresa nesta disputa. Tony Kanaan faturou a prova de Sonoma em 2005, e Helio Castroneves, em 2008. Caso um deles repita o resultado, o campeonato pode ganhar novos rumos, já que após esta corrida ainda restarão quatro provas em ovais. E, até lá, tudo pode acontecer.
Em Mid-Ohio, Power e Franchitti travam mais uma batalha em busca do título da Indy
Segunda-Feira, 09/08/2010 por Alexander Grünwald | Foto: IRL | categoria Made in USA (Indy)
A etapa de Mid-Ohio, disputada neste domingo no autódromo localizado na cidade de Lexington, foi o que se pode chamar de um jogo de nervos. A prova começou com o domínio de Will Power, o homem a ser batido na temporada 2010, que cravou sua sétima pole position em 12 corridas no ano. Só que, bem ao lado, estava o maior desafiante às pretensões de título do australiano: Dario Franchitti, que no fim de maio venceu nada menos que a maior corrida do planeta, as 500 Milhas de Indianápolis.

O jogo de gato e rato entre Power e Franchitti se arrastou por toda a prova, que teve poucas ultrapassagens. O escocês da Ganassi chegou a ser superado no início pelo japonês Takuma Sato, mas recuperou a posição na terceira volta e se manteve na briga pela liderança. E a manobra decisiva aconteceu durante uma janela de pit stops, quando Franchitti tomou a posição do piloto da Penske e passou a administrar os adversários, que vinham à sua frente com estratégias diferentes de parada. Quando todos, enfim, foram aos boxes, ele assumiu a ponta para não mais perder.
Nas voltas finais, Power ainda encostou perigosamente em Franchitti, numa disputa direta pela vitória. O líder do campeonato tinha consciência de que perder pontos num circuito misto pode ser fatal mais para frente, quando a categoria voltará às pistas ovais. Nelas, os carros da Ganassi têm melhor desempenho, e Power ainda precisa de mais desenvolvimento. Certo mesmo é que, apesar da vantagem do piloto da Penske na tabela, tudo está em aberto na Indy. A promessa é de muita emoção até o fim da temporada.
Querer é poder
Quarta-Feira, 21/07/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
Will Power está impossível na Fórmula Indy. Das seis etapas disputadas neste ano em traçados mistos (incluindo circuitos de rua), o australiano venceu quatro, e segue na liderança do campeonato. Um desempenho que, além de assustar os adversários, mostra o quanto o piloto da Penske ainda pode evoluir nesta fase do campeonato.
Por questões logísticas, o calendário da Fórmula Indy é dividido em fases, com duas sequências de provas em circuitos mistos e duas em ovais. É uma forma de reduzir custos, já que os chassis utilizados em cada tipo de pista são completamente diferentes entre si. O campeonato, que teve sua etapa inaugural em São Paulo, começou com quatro corridas em traçados mistos, três delas em pistas de rua. Ao vencer as duas primeiras etapas do ano, Power se isolou na tabela e passou a ser o homem a ser batido em busca do título.
Na série de quatro corridas em pistas ovais, que incluíram as lendárias 500 Milhas de Indianápolis, Will Power manteve a regularidade e continuou focado em somar pontos pelo seu objetivo maior. Quando a categoria voltou aos mistos, o piloto do carro 12 emplacou mais duas vitórias de cara, em Watkins Glen e Toronto. E para o próximo desafio, em Edmonton, ele tem bons motivos para manter a confiança, já que é o atual vencedor da categoria nesta pista.
Numa temporada em que ninguém, além dele, conseguiu vencer mais de uma vez, é impossível não apontá-lo como favorito. Se querer é poder, como manda o ditado, Power está no caminho certo para ser campeão pela primeira vez na Fórmula Indy. A concorrência que se cuide.
Indy corre em Toronto de olho no futuro
Sexta-Feira, 16/07/2010 por Alexander Grünwald | foto: IndyCar | categoria Made in USA (Indy)
Neste fim de semana a Fórmula Indy encara mais um desafio em circuitos de rua. Pela segunda vez no ano, a categoria correrá fora dos Estados Unidos, iniciando uma dobradinha de provas canadenses, em Toronto e Edmonton. A corrida deste domingo, que terá transmissão ao vivo na TV aberta e na Internet a partir das duas da tarde (horário de Brasília), terá 85 voltas.
Mas, antes mesmo do primeiro carro entrar na pista para os treinos livres na manhã desta sexta-feira, a semana da décima etapa da temporada 2010 já estava marcada na história do automobilismo norte-americano. Afinal, equipes e pilotos conheceram, depois de um minucioso processo seletivo, o desenho do chassi que será utilizado a partir de 2012.
As intenções dos dirigentes para esta nova fase priorizavam a segurança. Por isso, os fabricantes deveriam apresentar propostas que dessem atenção especial à célula de sobrevivência (área ao redor do cockpit) e aos recursos anticapotagem: maior aderência e menor contato ‘roda com roda’ entre os competidores. Cinco fabricantes estavam no páreo: Lola, Swift, DeltaWing, BAT e Dallara, que está presente na categoria desde 1997 e é a fornecedora única desde 2007.
Após avaliar os projetos, o conselho da Indy – que inclui o brasileiro Gil de Ferran, bicampeão da série Champ Car e vencedor das 500 Milhas de Indianápolis – optou pela continuidade. A Dallara segue como fornecedora única, mas qualquer fabricante homologado poderá produzir kits aerodinâmicos. Além disso, a construtora italiana montará uma fábrica nos arredores do Indianápolis Motor Speedway, agilizando a produção de chassis e a reposição de peças, além de alavancar a economia local. O novo contrato com a Dallara é válido até 2015.
Penske: passado e presente na Fórmula Indy
Terça-Feira, 06/07/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
No último fim de semana a Penske, uma das mais estruturadas e vitoriosas equipes do automobilismo norte-americano, conquistou uma merecida dobradinha em Watkins Glen. A vitória de Will Power, com Ryan Briscoe em segundo, foi evidentemente um resultado bastante comemorado. Mas que poderia ter sido ainda melhor, já que Helio Castroneves teve um pneu furado ao ser atingido por um adversário no início da prova, fez um pit stop extra e terminou em nono lugar. O brasileiro havia largado em segundo, justamente entre os companheiros australianos, repetindo um domínio que o time de Roger Penske não alcançava no grid desde 1994.
Mas, curiosamente, a Penske buscava esta vitória em Glen havia muito tempo. Mais precisamente, desde 1981. Isso porque o circuito próximo a Nova Iorque, que estreou em 1979, ficou ausente do calendário entre 1982 e 2004. Quando retornou, em 2005, o que se viu foi uma sucessão incrível de poles do Team Penske. Em 2005, 2006 e 2007, Helio Castroneves largou na frente. Depois, em 2008 e 2009, foi a vez de Ryan Briscoe. Quando Will Power fechou a sessão classificatória para a prova de 2010 em primeiro lugar, ajudou o time a ampliar esta invejável marca.
Como Watkins Glen é um circuito misto, portanto mais adequado ao estilo dos três pilotos do time, a vitória parecia mesmo uma questão de tempo. E desta vez ela veio, apesar do acidente de Helinho e do bom desempenho de Dario Franchitti, que quase chegou à frente de Briscoe. Ao fim das 60 voltas, a bandeirada para Will Power ligou, enfim, passado e presente. Com o trunfo de 2010, a Penske passou a somar quatro vitórias em Glen, contando as de Bobby Unser, em 1979 e 1980, e a de Rick Mears, em 1981. Que, por sinal, sagrou-se campeão naquele ano. Seria um bom sinal para Will Power?
Brasil, esquentai vossos motores
Sexta-Feira, 02/07/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
O sonho do sexto título do Brasil em Copas do Mundo acabou nesta sexta, após uma derrota para a Seleção da Holanda. Mas as perspectivas de um título verde e amarelo em 2010 continuam firmes nas pistas, com o esquadrão formado pelos pilotos que brilham na Fórmula Indy. Um time de peso, que vem de uma dobradinha na pista de Iowa, há duas semanas.
Neste domingo, dia da independência nos Estados Unidos, a turma encara um desafio chamado Watkins Glen. Pista que traz boas lembranças ao torcedor brasileiro. Afinal foi lá, no mesmo ano que a Seleção conquistou o tricampeonato em Copas, que um certo Emerson Fittipaldi venceu pela primeira vez na Fórmula 1. Uma vitória que abriu as portas do automobilismo internacional para todos os que vieram depois, fosse na Europa ou no automobilismo norte-americano.
Pela Fórmula Indy, Emerson nunca competiu em Glen. O circuito fez parte do calendário entre 1979 e 1981, poucos anos antes do pioneiro do nosso automobilismo ingressar na categoria. E voltou em 2005, quando o bicampeão das 500 Milhas de Indianápolis já estava afastado das pistas havia uma década. Mas nem por isso os brasileiros deixaram de fazer história nesta pista. No retorno dela à Indy, foram três poles seguidas de Hélio Castroneves, em 2005, 2006 e 2007.
Se a vitória verde e amarela ainda não veio em Watkins Glen, nada como um momento como este para mudar esta história. Afinal, se já faz tempo que o Tio Sam conhece a nossa batucada, nada mais justo do que esta gente talentosa mostrar seu valor.
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Goleada brasileira na Indy
Segunda-Feira, 21/06/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
Domingo em Joanesburgo, na África do Sul: em campo, os brasileiros faziam bonito, marcando três gols e garantindo a classificação matemática em seu grupo na Copa do Mundo. Domingo em Iowa, nos Estados Unidos: exatamente no mesmo horário, os brasileiros brilhavam na pista, terminando a oitava etapa da temporada da Indy nos primeiros lugares. Vitória de Tony Kanaan, com Helio Castroneves em segundo.
Mas a goleada no oval curto de 1,4km foi fruto de muita paciência. Helio até que não largou tão mal, saindo do quarto lugar. Os demais brasileiros, no entanto, partiram da 15ª posição em diante, com Tony puxando a fila. Logo na primeira volta, Mario Moraes se envolveu em um acidente sem culpa alguma e ficou de fora. Foi preciso manter a cabeça no lugar para balançar as redes adversárias.
Após um domínio previsível da equipe Ganassi - cuja dupla havia ganho as todas as três corridas disputadas pela Indy em Iowa - na primeira metade da prova, Tony e Helio não desistiram e foram para o ataque. Marcação forte, que deu aos brasileiros o comando da corrida quando Dario Franchitti, duas vezes vencedor nesta pista, teve problemas no câmbio de seu carro.
A onze voltas do fim da prova, Tony deu um belo drible e passou à frente de Hélio. Daí, com um carro bem acertado, foi só levar até a bandeirada e correr para o abraço. Uma dobradinha para levantar o moral dos brasileiros, em especial do piloto da Andretti Autosport, que não vencia desde 2008. O venezuelano Ernesto Viso completou a festa sul-americana, indo ao pódio em terceiro.
Will Power terminou em quinto e voltou a liderar o campeonato, com 274 pontos, 11 a mais que Scott Dixon. Helio Castro Neves é o quarto (251 pontos), Tony Kanaan o sexto (229) e Vitor Meira o 12º (160). Os outros brasileiros: Raphael Matos em 14º com 142, Mario Moraes em 17º com 131 e Mario Romancini em 19º com 113 pontos.
Indy encerra série de ovais em Iowa
Quarta-Feira, 16/06/2010 por Alexander Grünwald | categoria Made in USA (Indy)
Maior produtor de milho dos Estados Unidos, sendo responsável por um quinto da safra nacional, o Estado de Iowa recebe as feras da Indy neste domingo. Os pilotos se enfrentarão num oval curto, com menos de uma milha (cerca de 1400 metros), onde acertar o carro para as intensas condições de tráfego é fundamental para um bom desempenho.
No entanto, há algo além das curvas para a esquerda nesta oitava etapa da temporada. Depois das provas de Kansas, Indianápolis e Texas, a prova de Iowa encerra uma sequência de quatro corridas neste tipo de pista. A primeira, também com quatro provas, aconteceu em circuitos mistos e de rua, incluindo o de São Paulo.
O campeonato está bem disputado até o momento. Em sete provas, tivemos vitórias de seis pilotos diferentes. A Penske já venceu com seus três representantes: Will Power (único a subir ao alto do pódio mais de uma vez), Helio Castroneves e Ryan Briscoe. A dupla da Ganassi, time que tem bom retrospecto em ovais, também fez a festa, com Scott Dixon e Dario Franchitti. Já pelos lados da Andretti, uma das equipes que compõem o trio de ferro da Indy, a coisa não está fácil. O time do brasileiro Tony Kanaan venceu apenas uma, com Ryan Hunter-Reay.
Como a prova de Iowa acontecerá no mesmo horário da partida entre Brasil e Costa do Marfim pela Copa do Mundo da África do Sul, a transmissão em TV aberta começa às 22h30 do domingo. Uma ótima pedida para fechar o fim de semana esportivo!
Seis pilotos disputam as 500 milhas de Indianápolis pela primeira vez
Sexta-Feira, 28/05/2010 por BRIDGESTONE | categoria Made in USA (Indy)
A sexta etapa da Indy 2010 acontece domingo, dia 30, no circuito oval mais famoso do mundo: o de Indianápolis. E para os loucos por automobilismo, a corrida traz um fato bem interessante: a disputa de seis pilotos novatos no circuito.
Os estreantes são: a brasileira Ana Beatriz Figueiredo, que largará em 21° lugar, a suíça Simona de Silvestro, em 22°, o belga Bertrand Baguette, na 24ª posição, ao lado de seu companheiro de equipe, o brasileiro Mario Romancini, que terá seu carro alinhado em 27° lugar. Os últimos da fila são o japonês Takuma Sato, em 31°, e o colombiano Sebastian Saavedra, que largará em último.
A largada será às 14h e terá transmissão na TV aberta. Não Perca!


















