
A Brawn GP, após o fim de semana de sonhos na Austrália, já percebeu que os contos de fada não duram para sempre. Passado o furor da vitória histórica, a equipe tratou de mostrar que faz parte do mundo real e já começa a fazer contas para o resto da temporada.
Logo no dia seguinte veio a notícia de que a fábrica de Brackley vai demitir aproximadamente 39% do seu quadro de funcionários, que hoje conta com cerca de 700 pessoas. Circulou também a informação de que o patrocínio com a Virgin, em princípio, seria apenas até o GP da Malásia, próxima etapa do Mundial. Hoje, em entrevista ao jornal inglês “Express”, Jenson Button reconheceu que não adianta apenas ter um carro vencedor e não ter capital para maiores investimentos.
Isso é fato, não precisa quebrar muito a cabeça para saber que uma equipe que se disponha a participar de qualquer categoria no automobilismo precisa de dinheiro para manter-se. Por mais que Ross Brawn tenha usado muito da inteligência para vencer os grandes nesse primeiro embate, ele sabe que precisa colorir o macacão de seus pilotos para progredir ainda mais.
Em tempos de crise financeira, com todo mundo pensando duas vezes antes de assinar qualquer contrato, a única forma de seduzir patrocinadores é conquistando bons resultados. Funcionou perfeitamente no primeiro GP.

























* Julio Cesar em
* Eletricidade no ar* Bruna Pereira em
* Efeito dominó* Maria Da Braga em
* Uma corrida, quatro bandeiras* Renato Barros em
* Eletricidade no ar* Rodolfo Pereira em
* Efeito dominó* Ana Clara em
* Eletricidade no ar* Renata Campos em
* 300 GPs e muita história para contar* Jesus de Alencar em
* 300 GPs e muita história para contar* Gustavo Souza em
* Centenário veloz* Pedro em
* Centenário veloz