Outra debutante no grid da F-1 no ano que vem é a equipe americana US F1. Que já foi USF1, com o “US” junto do “F1”, e depois virou USGPE por causa das birras de Bernie Ecclestone, o detentor dos direitos sobre a sigla “F1”, mas que no fim das contas teve autorização para usar o F1, só que separado do US. Portanto, a escuderia se chama US F1. Entenderam?

Continuando. Das três novatas, a US F1 era a única que já cogitava estrear na categoria em 2010, muito antes dessa novela toda de teto orçamentário. O projeto foi lançado em fevereiro, mas algumas dúvidas ficaram no ar. Não se sabia quem seria o fornecedor dos motores e nem os possíveis pilotos. A única coisa que dava seriedade eram os nomes por trás do time: Ken Anderson e Peter Windsor, o primeiro engenheiro e o segundo jornalista. Ambos com mais de 30 anos de trabalho dedicados à F-1. Anderson projetou vários carros da Indy. Na F-1, teve passagem pelas equipes Ligier e Onyx. Windsor trabalhou na Williams e na Ferrari. Nota-se que não falta experiência aos dois.

Totalmente americana, com sede na Carolina do Norte, Estados Unidos, e dirigente americano (Anderson), a intenção da US F1 é de também investir na “prata da casa”. O desejo é ter pilotos americanos a bordo dos cockpits. Nem preciso dizer que um dos nomes cotados para ocupar uma das vagas será o de Danica Patrick, a atração à parte da F-Indy.

Dependendo do desempenho do time ianque na F-1, pode ser que finalmente os americanos se interessem pela categoria – que convenhamos, nunca fez sucesso na terra do Tio Sam.